Quando ocorre a infecção pelo
vírus causador da aids, o sistema imunológico começa a ser
atacado. E é na primeira fase, chamada de
infecção aguda,
que ocorre a incubação do HIV - tempo da exposição ao vírus até
o surgimento dos primeiros sinais da doença. Esse período varia
de 3 a 6 semanas. E o organismo leva de 30 a 60 dias após a
infecção para produzir anticorpos anti-HIV. Os
primeiros sintomas
são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar.
Por isso, a maioria dos casos passa despercebido.
A próxima fase é marcada pela
forte interação entre as células de defesa e as constantes e
rápidas mutações do vírus. Mas que não enfraquece o organismo o
suficiente para permitir novas doenças, pois os vírus amadurecem
e morrem de forma equilibrada. Esse período, que pode durar
muitos anos, é chamado de
assintomático.
Com o frequente ataque, as células
de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem
destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a
infecções comuns. A fase
sintomática inicial
é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 -
glóbulos brancos do sistema imunológico - que chegam a ficar
abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. Em adultos saudáveis,
esse valor varia entre 800 a 1.200 unidades. Os sintomas mais
comuns são: febre, diarréia, suores noturnos e emagrecimento.
A baixa imunidade permite o
aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por
se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o
estágio mais avançado da doença, a
aids.
Quem chega a essa fase, por não saber ou não seguir o tratamento
indicado pelos médicos, pode sofrer de hepatites virais,
tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer.
Por isso, sempre que você transar sem camisinha ou passar por
alguma outra situação de risco,
faça o teste!
Fonte:
http://www.aids.gov.br